sexta-feira, 9 de abril de 2021

À noite o sal marinho fustiga este rosto

 

À noite o sal marinho fustiga este rosto

Não sei quem caminha esses pés em sonhos

E quem se comove angustiado

Seremos sós, covardes e frágeis?

Observo os cavalos com os olhares sufocados e corações em ódio.


M.R.



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