À noite o sal marinho fustiga este rosto
Não sei quem caminha esses pés em sonhos
E quem se comove angustiado
Seremos sós, covardes e frágeis?
Observo os cavalos com os olhares sufocados e corações em ódio.
M.R.
Cansaço hospitalar embaçando os olhos frágeis da menina O branco inferno queimando as retinas A doença construída nos dias e noite...
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