sexta-feira, 23 de abril de 2021

Poema autobiográfico masoquista para baronesa brasiliense.


 Baronesa Vermelha

Vomitando canivetes cinzelados

Romãs aromatizadas de desgosto

Quarta lágrima invulnerável

O cavalo está extinto

A sombra projeta o sustentáculo da desgraça


Saudade de quando enfiava o nariz no seu anus e você o lambia.

M.R.

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